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Veruca Salt


Uma das bandas mais legais dos anos 90. Se você viveu aquela época e se interessava por rock alternativo, provavelmente já ouviu Veruca Salt. Senão, vai conhecer aqui.


Nina Gordon e Louise Post se conheceram através de uma amiga em comum, a atriz Lili Taylor. As duas começaram a escrever músicas juntas e resolveram começar uma banda. Nina e Louise assumiram os vocais e guitarras da banda; o irmão de Nina, Jim Shapiro, assumiu a bateria e um certo Steve Lake ficou com o baixo.

Em 1994, no auge do grunge, o grupo lançou seu primeiro single: "Seether/All Hail Me" pela Minty Fresh Records. Atingiram um estrondoso sucesso com "Seether", um rock chiclete com influência pop (graças ao vocal doce de Nina Gordon) e o solo cheio de distorção de Louise.

Antes mesmo de lançar um disco, o Veruca Salt já abria os shows do Hole nos Estados Unidos. Após essa turnê, gravaram seu primeiro disco pela Geffen Records (a mesma gravadora do Hole, Nirvana e Guns N' Roses). American Thights chegou ao disco de ouro (500 mil cópias). A popularidade da banda aumentou relativamente graças à constante exibição do vídeo de "Seether" na MTV.

Em 1997, o grupo lançou o segundo disco, Eight Arms to Hold You, produzido por Bob Rock, o "homem de platina" (para se ter uma idéia, Bob produziu alguns dos discos mais vendidos de todos os tempos - seus trabalhos mais notáveis incluemDr. Feelgood do Mötley Crüe e Black Album do Metallica). O grande sucesso da vez foi "Volcano Girls", que foi para a trilha sonora do filme Um Crime entre Amigas. Pouco tempo após o lançamento do disco, Jim (bateria) deixou a banda, e foi substituído por Stacy Jones, que tocou durante a turnê, mas não gravou nada com eles.

A harmonia vocal entre Nina Gordon e Louise Post era uma das maiores forças da banda. As vozes doces das meninas se entrelaçavam e produziam uma combinação mágica. Infelizmente, Nina deixou a banda em 1998 para seguir carreira solo. Louise resolveu continuar a banda, sendo o único membro original. O último disco, Veruca Salt IV, foi lançado em 2006.

Rockstars: o antes e o depois

Como todo mundo, os rockstars envelhecem. Curte Rock traz para você um apanhado comparando os astros em seus dias de juventude e atualmente.

Vincent Furnier, mais conhecido como Alice Cooper. Não mudou muita coisa, mas atualmente o cantor está com 64 anos!

Sting, vocalista/baixista do The Police e cantor solo. Ele era uma gracinha (haha), e mesmo sessentão ainda lembra o garoto de antigamente!

Mr. Big Mouth, Steven Tyler from Aerosmith! Uma vez ouvi alguém dizendo que ele gastou milhões em plásticas tentando manter seu rosto e acabou com a aparência de uma tia velha. Para mim, ele nunca foi bonito, mas sua voz continua intacta, e é isso o que importa.

Steve Perry, vocalista do Journey.

Slash. Muitos dizem que "não mudou nada" porque ele manteve sua marca registrada - a cabeleira cobrindo o rosto, mas olhando bem de perto dá pra ver que antigamente ele tinha um ar 'perigoso' (provavelmente relacionado com o vício em heroína).

Ron Wood, Rolling Stones. Efeitos naturais do envelhecimento, perfeitamente reconhecível.

Rod Stewart perguntava "Do ya think I'm sexy?". A minha resposta? DEFINITIVAMENTE NÃO!

Richie Sambora, Bon Jovi. Sinceramente? Para mim está melhor agora.

Ozzy Osbourne. Ozzy já foi bonito, galera (vide fotos dele na década de 70, logo no comecinho do Black Sabbath!)

Neil Young. E o trocadilho infame (e inevitável), Neil Old.

Vince Neil, Mötley Crüe. Definitivamente, a minha banda preferida. Conheço gente que acha ele bonito, mas pra mim ele só era bonito beem no comecinho da banda (na época do Too Fast for Love, circa 1981), meu coração é Sixx!
Mick Jagger, Rolling Stones. Confissões da Cath: MICK JAGGER NOVO ERA MUITO CHARMOSO! Mas anos de uso de drogas e o envelhecimento natural não o favoreceram.

Keith Richards, Rolling Stones. Ou o pai do Jack Sparrow no Piratas do Caribe III, imagem perfeita da autodestruição e hedonismo do mundo rockstar. Aliás, "O Que Keith Richards Faria em Seu Lugar?" está na minha wishlist de livros.

Jon Bon Jovi, Bon Jovi. Prefiro hoje em dia, embora ele também fosse bonito antigamente!

Johnny Rotten, Sex Pistols. Tenho um amor platônico por ele e pelo Sid Vicious. Definitivamente gosto de punks.

James Hetfield, Metallica. Mudaram poucas coisas: número de tatuagens, tamanho do cabelo e a barba.

Joe Elliot, Def Leppard. Hm, prefiro não comentar.

Iggy Pop. O rosto continua igualzinho. Para aqueles que leram Mate-me Por Favor (a história do punk contada pelos próprios participantes!), sabem que ele estar vivo é um milagre inexplicável, assim como Ozzy, Lemmy e Keith.

Gene Simmons, KISS. Outro que prefiro me abster de comentários.

Eddie Van Halen, Van Halen. Cara, ele é o meu guitarrista preferido. Mas algo que me intriga MUITO nele são os dentes, irc!

David Lee Roth, Van Halen. Se eu encontrasse na rua, não reconhecia, e ainda ficava com medo de ser o Lobisomem (tadinho do Dave!)

David Coverdale, Whitesnake. Igualzinho.

Charlie Watts, Rolling Stones. Outro que era extremamente charmoso. E não, ele não nasceu de cabelo branco.

Bruce Springsteen. Me abster de comentários de novo.

Bruce Dickinson. Acho ele um coroa saudável! Estiloso e bem conservado, rs.

Bret Michaels, Poison. Eu adoro Poison, mas o Bret nunca foi nenhuma beleza.

Bono Vox, U2. Eu sei que ele tem um enorme fã-clube feminino, mas eu realmente não consigo achar ele bonito.

Bob Dylan.

Axl Rose, Guns N' Roses. Essa foto 'atual' dele já deve ter uns 10 anos, porque ainda é bem possível reconhecer o maior rockstar dos anos 90. Hoje em dia... poor Axl!

Sociedade alienada dukrlh

Mosrites? Batidas frenéticas e destruidoras em uma bateria extremamente velha e detonada? Faça você mesmo? Porra, isso já acabou! Exatamente, o bom e velho punk rock já foi para o saco! Não existe mais... Simples assim!
Eu ainda tinha uma pequena esperança em questão do punk rock, eu tentava botar na minha cabeça que ainda teria uma yocta chance do punk ressurgir das cinzas com potentes acordes e gritos revolucionários que pudessem destruir a maldita sociedade alienada! MAS NÃO, O PUNK ROCK E TUDO AQUILO ENVOLVIDO MORREU! Apesar de ter deixado grandes feitos marcantes, tanto na música, quanto na sociedade!

Um dos feitos marcantes ao punk rock, claro, é justamente a cena punk... Se não tivesse havido o movimento DO IT YOURSELF (Faça você mesmo), talvez muitas bandas, pensamentos, ideias e coisas do tipo estariam simplesmente perdidas com a perseverança e força de vontade de criar (ou mudar) algo, feito com as suas próprias mãos! Outra coisa também que talvez estaria enterrada nas profundidades da cidade de Atlantis seria a ideia contraposta de viver à base do anarquismo... Com a cena punk, a ideia do anarquismo ressurgiu com mais força, porém se perdeu novamente! Coisas como essas foram passageiras e bastante significativas, mas se foram como vieram... Vieram em uma estupenda e gigantesca avalanche de conteúdo “aprimorador-mental” (ok...) e se foram com a morte dos Deuses, porém ainda há restos de conteúdo vagando pelos esgotos, becos e lugares “obscuros” das cidades, onde a sociedade gosta de passar longe e irem correndo para casa feliz continuando sendo molestadas e estupradas por políticos sanguinários!

Resumidamente, o punk rock, tanto quanto a cena punk foram coisas significativas para a sociedade, tentem manter o pouco de conteúdo majestoso que ainda continua vivo pela cidade! Não desperdice suas palavras dizendo que um molequinho de cabelo arrepiado é punk ou então que usar drogas, ficar bêbado e ser rebelde são atos punks... Ser punk é algo muito maior que isso, só pelo fato de você saber que algo está errado é algo punk (Tá... Você entendeu!), você viver de maneira intensa, viver da maneira que bem entender se contrapondo a padronização mental da massa gigantesca chamada humanidade (sim, a humanidade é feita de massa!) e procurar fazer sempre o melhor para a sociedade que nos ignora todo incansável dia... É algo punk! Mas, a sociedade alienada e desligada que habita as áreas terrestres do Planeta Azul do Sistema Solar da Galáxia da Via Láctea parece que não ouve, não entende as coisas e parece que qualquer coisa está simplesmente ótimo, perfeito, colorido a ponto de vomitar arco-íris!

Essa é a minha simplória mensagem... SOCIEDADE ACORDE! 

Lollapalooza Brasil


Depois de muita especulação, foi confirmado que um dos maiores festivais americanos teria sua primeira edição brasileira. Após o sucesso do Rock In Rio e do SWU, o Lollapalooza resolve estrear no nosso solo tupiniquim seguindo seu tradicional setlist de bandas alternativas.

Para mim, esse é exatamente o problema. Apesar dos headliners serem sensacionais (Foo Fighters, Arctic Monkeys e Joan Jett & The Blackhearts), além do sempre presente Jane's Addiction (já que seu vocalista, Perry Farrell, é o criador do festival), a quantidade de bandas de "indie pop rock" desanima. Bom, o Lolla é um festival dedicado à música alternativa, então eu não podia esperar algo diferente, mas tem algo nessas bandas que me irrita. Não sei. Podem ser os clipes, podem ser as guitarras, pode ser o som epilepticamente dançante.

Mas nem apenas de seus três headliners e bandas "indietrônicas" é feito o Lollapalooza. Tradicionais artistas brasileiros como Plebe Rude, Marcelo Nova e Velhas Virgens (comemorando 25 anos! Salvem as Velhas Virgens!), além das "novatas" (porém não menos boas) Tipo Uísque, Daniel Belleza & Os Corações em Fúria, Garage Fuzz e Black Drawing Chalks incrementam o setlist com orgulho, além de nomes respeitadíssimos do nosso rap: Pavilhão 9 e Racionais MC's. Incluir rappers na setlist é tradição do festival, que já contou com participações de Ice Cube, M.I.A e B.o.B.

A música eletrônica também terá seu espaço (como é tradição nos festivais brasileiros - vide tendas eletrônicas no SWU e Rock in Rio), como o famoso DJ Skrillex. A divertidíssima Peaches, tocando seu electroclash feminista, também marcará presença, o que pode agradar alguns fãs mais ecléticos da rainha Joan Jett.

Pois é, o setlist não me agradou. Desculpa, Joan, mas fica pra próxima. Beijo, tô esperando seu show solo!

Black Sabbath: a realeza dos demônios heavy metal.


Sexta-feira, 13 de fevereiro de 1970. Direto de Birminghan, Inglaterra, Suas Excelências Osbourne, Iommi, Butler e Ward disparavam seu primeiro petardo, o auto-intitulado Black Sabbath para o mundo.

E não é preciso dizer que os 37:45 de duração do álbum mudaram toda a história do rock n' roll, porque isso é mais do que óbvio. Toda e qualquer banda de heavy metal tem a obrigação de reverenciar esse álbum, porque ele definiu o gênero e sua estética. Os flertes com o ocultismo, o peso e a impressão de estar escondendo um segredo encantaram gerações.

Gravado em dois dias com um orçamento apertado, Black Sabbath apresenta o clássico som blues rock distorcido e cheio de satanismo. A letra de "N.I.B" retrata o próprio Lúcifer falando, enquanto o riff principal de "Black Sabbath", composto por três notas, é um dos mais arrepiantes de todos os tempos. A versão oficial para a atmosfera satânica do álbum é por ter sido gravado simulando uma gravação ao vivo, captando picos de volume e tudo o mais.

O Sabbath não precisa de justificativas para ser consagrado como uma das maiores bandas de todos os tempos, mas sua genialidade e a competência em fazer o simples é seu maior legado. Muitos tentam imitá-los, mas ninguém conseguirá reproduzir aquela atmosfera assustadora, ainda mais com apenas um baixo, uma guitarra, uma bateria e um vocalista nada técnico, mas dono de uma das mais famosas vozes do rock.

The Ramones, dilaceração dos padrões mundanos

Mil novecentos e setenta e quatro, ano o qual uma estupenda revolução musical iniciou-se com simplórios acordes de uma desvalorizada Mosrite nos subúrbios do Queens. Exatamente, um novo estilo surge que de uma forma simples, porém única, conseguiu abalar os palcos de todo o Mundo com um quarteto extremamente feroz e ricamente perfeccionista na composição de grandes canções com uma imaginação tão amedrontadora que funciona como um meio de inspiração para outros milhares de grupos musicais.


Isso sacudiu tanto os estádios que até hoje ninguém acredita que um transtornado obssessivo-compulsivo movido à base de drogas, solitário em seus pensamentos e que até perdeu sua namorada para um parceiro de banda, pudesse fazer tanto para o cenário musical! Joey... Joey Ramone, o cara que inspira mentes perdidas dispersas na estratosfera da Terra, mostrando que o tamanho do poço não importa, basta encaixar em nossas cabeças que temos tamanha força para aguentar a escalada até o topo do mesmo, não importa a profundidade, saímos dele.


A voz estrondosa de Joey Ramone combinada com a guitarra lanhada de Johnny Ramone (a nossa queridinha Mosrite) fazia estragos na gravidade terrestre, não importa quem ou o que, não conseguia deixar os pés no chão. Tudo era impulsionado ao alto com muitas frequencias junto com um grito de guerra surpreendente que até hoje está vivo em nossa volta através de músicas, filmes, roupas, pensamentos filosóficos e suspiros gigantescos de prazer pelo som a qual estamos ouvindo, one-two-three-four, o grito de guerra, aquele a qual sempre era agitado e dilacerado por... Dee Dee Ramone, alemão poderoso cheio de garra e perdido no mundo das alucinações que funcionava simplesmente à base de produtos químicos que explicitamente trazia grandes riscos a cabeça de todo aquele que se arriscava experimentar qualquer bagulho como a droga do amor, a farinha ou então a nossa querida e conhecida cannabis. Dee Dee, o cara, que basicamente movia a banda com suas potentes palavras que mudam totalmente o verdadeiro significado da vida e o motivo a qual estamos aqui, faz com que o nosso curto tempo mundano tenha mais graça e objetivos a serem cumpridos e traçados.


Enquanto aquelas batidas fervorosas ao fundo do palco? Tommy Ramone! O cara o qual inventou a nossa belíssima combinação de power chords para a criação de Blitzkrieg Bop, ataque relâmpago. O cara o qual administrava a banda. O cara o qual era baterista e compunha músicas com a sua velha guitarra. O cara o qual tinha aquele Ray Ban preto super cool. O cara o qual deixou sua marca na banda por mais que tenha saído anos depois. O cara o qual ainda sofre nesse mundo rodeado por babacas e cabeças lacradas... Pois é, Tommy Ramone, único presente aqui na Terra.

Nunca esqueceremos os Ramones.



Joey, Johnny e Dee Dee, R.I.P.

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